Campanha salarial

Encontro no SinproSP amplia a mobilização para o dia 28

Atualizada em 16/02/2019 14:16

Demos mais um importante passo na organização da jornada de luta com assembleia e falta abonada no dia 28 de fevereiro. O encontro de professoras e professores no SinproSP, realizado na chuvosa manhã de sábado (16), foi um momento de construção coletiva de propostas, com uma pauta ampla: da dificuldade dos professores nas escolas às negociações com o Sieeesp; das estratégias de mobilização nas duas próximas semanas às atividades que serão realizadas no próprio dia 28.

Além da assembleia marcada para as 10h no SinproSP, o Dia Estadual de Luta terá uma agenda cheia: aulas públicas e atividades em portas de escolas a partir das 7h, concentração e grupos de trabalho no Sindicato às 14h e um grande ato às 17h, para o qual serão chamados outros Sinpros que integram a Fepesp.

Até lá, as estratégias de mobilização dos professores continuam. O SinproSP entregou materiais informativos – da Campanha e sobre a reforma da previdência - para serem distribuídos nos locais de trabalho, estimulando a discussão nas salas dos professores.

Os carros de som continuarão a circular em todas as regiões das cidades, passando pelas escolas para divulgar o dia 28. O Sindicato também continuará visitando as escolas e fazendo reuniões nos dias, locais e horários que os professores preferirem. Basta chamar pelo e-mail campanha2019@sinprosp.org.br ou pelo telefone 5080.5988.

Blindagem contra a reforma trabalhista

Entre as reivindicações apresentadas aos patrões, dois temas foram destaque no encontro de sábado (16): a proibição da terceirização ou pejotização de professores e a manutenção dos direitos coletivos até assinatura de nova Convenção (isso se chama ‘ultratividade’). São medidas de proteção contra ameaças criadas pela reforma trabalhista e que hoje representam um enorme risco para toda a categoria. Por isso, devem ser eixos prioritários da luta na Campanha Salarial.

Assim, além de garantir direitos, a Convenção pode blindar os professores contra a reforma trabalhista e se transformar num instrumento de resistência e proteção.

Próximo encontro de mobilização: 23/02, 9h, no SinproSP

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